Amar é...

Amar em silêncio não é de longe tão divertido quanto amar alto e bom som.
Amar em cores é dançar um tango sexy com o nosso amado no meio da rua e à chuva. A alegria louca de se ser feliz em qualquer lado e com aquela pessoa que importa e com mais ninguém.
Amar no cinema é reencontrar aquele que amamos no meio de uma ponte e começarmos a correr desenfreadamente um para o outro para selar tudo num beijo de inteira sedução...
Para acabar tudo depois na cama...
Amar na vida real é chorar quando algo corre mal. É ficar zangado e frustrado com a outra pessoa.
É sexo de reconciliação pela noite dentro até de madrugada.
Amar num piscar de olhos são aqueles segundos que fazem a diferença. Um olhar que lançamos um ao outro que significa mais do que as palavras podem descrever, um toque de última hora que transmite carinho e preocupação.
As pequenas coisas.
Amar em preto e branco são sussurros pela noite. O murmúrio dos lençóis que afagam os corpos. É lingerie negra e corpos nus.
São promessas em papel de carta...
Amar à antiga é dizer que nos amamos a toda a hora. É dar as mãos em frente de qualquer pessoa e é bilhetes passados por baixo da secretária.
As marotices dignas dos maiores apaixonados.
És o meu tipo favorito de amar se queres sinceridade.
Amar em tempestades é ficar juntos contra todo o Mundo. É ficar juntos debaixo dos lençóis e descutir quando o outro está a ocupar demasiado espaço na cama.
É ser forte e ser fraco ao mesmo tempo.
É ser esquisito e estranho em simultâneo.
E é o que adoro acerca de nós.
Somos todos os tipos de amares ao mesmo tempo.
E somos incríveis
por isso.

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