Quero contar a história acerca de um pequeno objecto que me tem acompanhado a vida toda.. E um objecto que esteve lá durante as primeiras vezes que abri os olhos... Que era de uma enormidade perante o meu tamanho tao pequeno... Que teve nos tao intricados quanto os aros que o constituem apenas pata que eu não a perdesse durante as imensas brincadeiras de mim para mim mesma (não não era maluca, somente filha única), que foi diminuindo de tamanho conforme eu ia crescendo, que ia girando girando conforme assistia as voltas da minha vida... Assistiu ao meu primeiro dia de escola, as minhas primeiras amizades, Assistiu as minhas primeiras boas notas, as minhas primeiraa festas nas casas dos outros... Companheira fiel nas horaa vagas e nas horas acompanhadas... Nunca deixa o meu lado, atraves dos desgostos de amor, atraves das discussoes feias, atraves das gargalhadas alegres, atraves doa choros incontrolaveis que me apanham de tantas em tantas semanas... E esses nos da vida que me foram aparecendo e foram desapatecendo dela, as dores da bida qur so me acompanha ela... E o acessorio mais fiel e que nunca desilude a ondd quer que va...Como uma especie de guia, o grilo falantr no meu pulso...
Deixa-me ir
Deixa-me ir.
Sei que agora, esse pedido te parece demasiado. Tendo em conta que desapareci há tão pouco tempo. Que as tuas lágrimas por nós ainda não secaram, ou mesmo pelas vezes que gritas o meu nome quanto te magoa não me ter nos teus braços.
Ainda são muitas as manhãs em que a primeira coisa que te preenche a mente sou eu. Fantasma do teu passado, que inequivocamente te prende a ele. Sei que, no entanto, é nas manhãs que encontras um maior alivio. Naquele centésimo de segundo, em que a memória permite-se falhar, e que não te recordas que já não estou do teu lado.
Desculpa.
Sei que não fui uma pessoa fácil. Ás vezes só queria o aperto dos teus braços em meu redor, a minha âncora num Mundo demasiado real para mim. Perder-me no sorriso do teu rosto, ou no toque dos teus lábios na minha testa. eras o meu farol, príncipe de imortais desígnios, tecedor dos seus sonhos em mim.
Outras só queria solidão. Perder-me de mim, do Mundo em arredores. Perder-me da minha alma, pois essa sempre est…
Sei que agora, esse pedido te parece demasiado. Tendo em conta que desapareci há tão pouco tempo. Que as tuas lágrimas por nós ainda não secaram, ou mesmo pelas vezes que gritas o meu nome quanto te magoa não me ter nos teus braços.
Ainda são muitas as manhãs em que a primeira coisa que te preenche a mente sou eu. Fantasma do teu passado, que inequivocamente te prende a ele. Sei que, no entanto, é nas manhãs que encontras um maior alivio. Naquele centésimo de segundo, em que a memória permite-se falhar, e que não te recordas que já não estou do teu lado.
Desculpa.
Sei que não fui uma pessoa fácil. Ás vezes só queria o aperto dos teus braços em meu redor, a minha âncora num Mundo demasiado real para mim. Perder-me no sorriso do teu rosto, ou no toque dos teus lábios na minha testa. eras o meu farol, príncipe de imortais desígnios, tecedor dos seus sonhos em mim.
Outras só queria solidão. Perder-me de mim, do Mundo em arredores. Perder-me da minha alma, pois essa sempre est…

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